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sábado, 3 de maio de 2008

GRILHÕES

Abra-me os grilhões!
Que o vento da noite vadeia,
E eu quero sozinho voar,
Peço mil perdões, por contradizer
O amor que eu jurei na alcova,
E as trovas que eu deixei ficar,
Canto tanto quanto sonho,
Vivo o sonho embalo o canto,
Prantos rolam choro tanto,
Que tristeza me dá!
Abra-me os grilhões!
Que eu quero ver a paz,
Eu quero ter,
Liberdade de águas vivas,
No balanço do mar...
O meu coração, não pode conter,
No sangue que rola nas veias,
A louca tensão de viver,
Livre como o vento e solto,
Como um passarinho, solto,
Longe dos grilhões,
Que aprisionam,
Abra-me os grilhões!
Que eu quero ver a paz,
Eu quero ter,
Liberdade de águas vivas,
No balanço do mar...
Abra-me os portões!
Estou quase morto de tédio,
E o melhor remédio é cantar,
Livre como o vento, solto,
Como um passarinho, solto,
Longe dos grilhões,
Que aprisionam!.
Obra de autoria de Gutemberg Landi e Claudio Camillo
Todos os direitos reservados aos autores.

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