terça-feira, 27 de maio de 2008

LAMENTOS DE UM POETA...

Soneto tão triste de amor hoje canto,
Sozinho a lembrar de você...
Poeta vazio eu me sinto,
Meu canto se transforma em chorar...
Lá fora uma chuva fina e fria,
Aumenta a minha solidão...
Quem dera que a chuva que caí me levasse aos seus braços,
E entre afagos e abraços, acalentasse meu coração...
Qual nada! Sem querer adormeço...Enfim, me vence o cansaço.
Acordo e ainda estou sozinho,
Angústia...Depressão novamente me ataca,
Demora, espera, saudade, ânsia louca...
É tudo o que há em mim...
Derrepente! Um sopro de bruma nevada ao meu ouvido sussurra,
Não chores poeta...
Sua musa te espera...
Sedenta de amor.


Autor: Gutemberg Landi, todos os direitos reservados.

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