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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

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Secretaria de Movimentos Populares  -  SEMOP / PT - RJ 

Informe do dia 2 de dezembro de 2013

"Nós temos que botar essa massa que ama o Lula pra dentro do PT”, diz Quaquá

"O projeto do nosso partido não vai acabar porque ele é o projeto do povo brasileiro. Qual o país do mundo que, em 10 anos, tirou mais de 40 milhões de pessoas da miséria, garantiu casa própria para pessoas de baixa renda, multiplicou o número de universidades pelo Brasil?”. A declaração é de Washington Quaquá, em seu discurso de posse como novo presidente regional do PT do Rio de Janeiro. A solenidade foi realizada no sábado passado, dia 30, no auditório do Sindicato dos Bancários do Rio, que ficou lotado, com mais de 400 pessoas. Quaquá disse ainda que "nós temos que botar essa massa que ama o Lula pra dentro do PT; essa massa hoje está com a gente. Estar do lado das massas populares é fundamental para o partido. O povo brasileiro precisa saber o que é luta de classes. Quando o governo Cabral decide dar subsídio pra os empresários de ônibus, ele está fazendo uma opção de classe. É preciso discutir isso com as massas”. Quaquá revelou que, durante 2014, pretende organizar 1.300 núcleos do partido no estado, para respaldar a campanha da presidenta Dilma Rousseff à reeleição e do senador Lindbergh Farias ao governo do estado.   

Benedita: "O nosso partido nasceu para unir e não para dividir”

A deputada federal Benedita da Silva, que abriu mão de disputar o segundo turno do Processo de Eleição Direta – PED – do Estado do Rio, saudou Quaquá como novo presidente regional do partido e afirmou que reconheceu que a maioria dos filiados do PT já tinha optado por Quaquá para ser a nova liderança regional. Disse que o seu gesto de abrir mão do segundo turno objetivou evitar uma disputa mais acirrada em um novo processo eleitoral. "Nossa disputa não é por dentro do partido; é para fora. O nosso partido nasceu para unir, e não para dividir”, disse em seu discurso durante a posse do novo Diretório Regional.

Morre o companheiro Marcelo Déda

O governador de Sergipe, Marcelo Déda, de 53 anos de idade, morreu nas primeiras horas desta segunda-feira, dia 2. Desde o ano passado, ele lutava contra um câncer no sistema gastrointestinal e estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Advogado de formação, teve sua ascensão política na década de 90, quando enfrentou caciques da política local. Déda, como deputado federal, foi eleito líder do PT na Câmara para o biênio 1998-1999. Os problemas de saúde começaram em 2009, quando retirou um nódulo benigno no pâncreas. Três anos depois, foi diagnosticado um câncer no sistema gastrointestinal. Ele nasceu em 1960 e começou a carreira cedo. Em 1986, foi eleito deputado estadual, com mais de 30 mil votos. Em 1994, venceu a eleição para deputado federal. Em 2000, Déda disputou a prefeitura de Aracaju, capital de Sergipe, e foi eleito. Foi uma das surpresas das eleições municipais: começou atrás nas pesquisas e venceu no primeiro turno, com 52,80% dos votos. Em 2004, foi reeleito, com mais de 71% dos votos. Em 2006, Déda se desincompatibilizou da prefeitura e disputou o governo do Estado. Com uma das principais vitórias do PT nas eleições estaduais, ele foi eleito e desbancou João Alves Filho, tradicional político da cena sergipana. Quatro anos depois, foi reeleito governador, novamente batendo o grupo de Alves Filho. Em nota oficial, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que "Marcelo Déda foi um exemplo de dignidade e compromisso público na atividade política. Ajudou a construir o Partido dos Trabalhadores e teve uma trajetória brilhante como representante do povo na Assembleia Legislativa, na Câmara dos Deputados, como prefeito de Aracaju e finalmente como governador de Sergipe, sempre com sua atenção voltada aos mais pobres e ao desenvolvimento do seu estado. O legado do seu trabalho viverá para sempre na memória dos sergipanos e de todos que o conheceram”.

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