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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

O mundo pode ser melhor para você, para mim, para todos… Só depende de nós!



Em quantos momentos da vida não somos egoístas, desapegados, e para ser mais drástico (ou quem sabe total verdadeiro), desatentos mesmo! Com os demais que vivem em nossa volta, irmãos, pai, mãe, filhos, amigos ou até mesmo simples pessoas passantes, dormindo ao relento, (olhamos até, mas, só por alguns instantes, depois logo nos esquecemos). 

Lembro-me que na minha infância, não eram assim as relações, as pessoas tinham mais tempo para as outras pessoas, os vizinhos compartilhavam-se mais, eram mais apegados, uns sabiam dos problemas do outro muitas das vezes só no olhar, tinha as trocas e pedidos, tipo uma xícara de açúcar, fiz um bolo e lembrei-me de lhe trazer um pedaço, coisas assim.




Sim, e ai já se vão mais ou menos 60 anos, mas, esmo assim, pergunto-me… Porque as pessoas mudaram tanto, porque os sentimentos hoje são tão menos sentidos e correspondidos, porque os valores hoje, são realmente valores, melhor dizendo, espécies, dinheiro, vantagens? Sinais do final dos tempos? Talvez… Será que ainda há tempo para mudarmos, lembrarmos das escritas divinas? “Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado!” “Amai a Deus acima de todas as coisas e ao seu próximo com a ti mesmo!”

Com certeza, se assim desejarmos, e, não é tão difícil que o façamos, basta que nos afastemos do que percebermos que não está de acordo com o que queremos que seja, falarmos mais de amor, mas, amor de verdade, amor de comprometimento de um ajudar o outro, preocupar-se com o outro, dividir, não necessariamente monetariamente, não, mas, em ocupações, tipo: Se eu notar a necessidade de um amigo, vizinho, parente, conhecido, ou seja independente do grau de aproximação e/ou parentesco, estiver passando por alguma precisão, de um remédio, uma consulta médica, uma ajuda alimentar, e, que eu veja que não vai me faltar se o auxiliar, que eu o faça.

Eu tenho o infeliz conhecimento que a ganância, a usura e o lema primeiro eu, depois eu, depois eu e assim por diante, e se der, para os outros um pouco talvez, e, ainda, se me for possível tomar o lugar do fulano, dá uma rasteira em ciclano, para eu me dar bem, dou mesmo, sem dó nem piedade, tipo: “Farinha pouca, meu pirão primeiro!”, então, é hoje o predominante no mundo.

Mas, não me custa ou melhor não custou nada, estar aqui, dedilhando em meu teclado, consciente de que estou consciente de ser tudo o que aqui está exposto, de maneira muito clara, ou quem sabe nem tanto, para tantos, ser, ou melhor, ter sido a minha verdade de vida, durante todo o quanto já vivi, nesses quase (está bem próximo) 65 anos, já fui usado, enganado, iludido, por falsos amigos, por pessoas de má índole, por aproveitadores daqueles que adoram dar tapinhas nas costas, e falar bem alto... 
“VOCÊ É MEU AMIGO, CONTE COMIGO SEMPRE, ESTAMOS JUNTOS!”, 

Essas porqueiras de frases feitas para serem usadas justamente para os despidos de caráter, verdade, ética, transparência, respeito, sim! Já passei por tudo isso, e embora diga para mim mesmo que não mais passarei, até eu mesmo duvido, porque se assim sou, não mudarei, acreditando que o pecado fica para quem o pratica, e, sem querer ser presunçoso ao extremo, creio que o dia do meu juízo final, passarei com louvor, embora, acredite que até o Senhor Supremo me dirá… Obrigado filho, eu sabia que podia contar contigo para tentar melhorar o mundo, mas...









“NÃO PRECISAVA TER SE DEIXADO ILUDIR TANTO, MAS… VALEU! 
EU TE PERDOO, PRINCIPALMENTE POR ASSIM TER SIDO”.







Gutemberg Landi
23.11.2016



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