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terça-feira, 14 de março de 2017

A cultura e suas Memórias… Por onde andará Gílson de Abreu Marinho? O Poeta dos Tapumes…








Entre as décadas de 70 e 80, surgiu na Cidade Do Rio De Janeiro, uma personagem urbana, dessas do dia a dia, que encontramos ainda hoje, pelas praças principalmente das Grandes Metrópoles Brasileiras, que utilizando-se apenas de “GIZ”, saia distribuindo entre os tapumes das obras que se iniciavam, do METRO CARIOCA, poesias e trechos poéticos, de sua autoria. Este virtuoso artista, ficou então conhecido como “O POETA DOS TAPUMES”, lembro-me que na época, cheguei a ter um alguns momentos de bate papo com o Gílson, identificando-me também como poeta, e até, mostrando-lhe, alguns de meus trabalhos, escritos naquela época, em folhas de caderno, blocos e até em guardanapos de bares. Procurando então em meus arquivos de
manuscritos, encontrei, um artigo, de linha poética que compus, na época em sua homenagem, tendo em vista, se não me falha a memória, vê-lo em um momento de tristeza e ira, ao ver ser apagado seus escritos, das tábuas dos tapumes, em forma de repressão, com a acusação de ser ele apenas um pichador, que sujava a cidade. E, hoje, quando comemoramos o dia da poesia, deixo aqui em pleno teor original, o referido trabalho.






A GÍLSON DE ABREU MARINHO!
(Escrito em algum momento dos anos 80)

Poeta ao te assistir, eu te senti diferente, de tudo o que já conhecia, saído de sua mente, porém, como poeta que também sou, não me abati nem um pouco, pois sei que todo poeta, no fundo é um tanto louco.
Louco por ver que o mundo, não é como escrevemos, louco por sentir que beleza, só nós os poetas vemos, é triste amigo Gílson, que nem todos são poetas, e, que não possam sentir, a beleza nas flores, nas árvores, nos pássaros… Pudera, estão acabando com a natureza! Saiba QUERIDO POETA, que me sinto em desalinho, me propondo a fazer versos, para GÍLSON DE ABREU MARINHO. Por isso, te peço poeta, não repares nas fracas e pobres rimas, pois ou um simples letrista, e, não, como um você, que é de um todo artista, não, não é demagogia, o que estou escrevendo, é puro, me sai da alma, te agradar, é o que mais pretendo, termino assim grande poeta, rogando a Deus que sempre ilumine, este seu duro caminho… GÍLSON DE ABREU MARINHO.

Gutemberg Landi
14.03.2016

Uma das obras de Gílson.

SE EU FOSSE O BANCO DO CARRO

QUE DIRIGES COM LEVEZA

EU TIRAVA MUITO SARRO

DO TEU RABO DE PRINCESA.

Leiam mais da obra de Gílson clicando neste link.




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